Vi-a hoje, ( como todos os dias )
Contemplei-a,
Analisei a intenção dos seus gestos,
A dócil sintonia dos elementos da sua face.
Não, não deturpam a mente,
Não é algo indecente, no contexto da mentira.
Giram os meus olhos , perifericamente,
Para todos os recantos do meu mundo.
Ora bolas, (pensei eu para os meus botões), já olhei para todo lado,
E não há nada como ela.
Paulo Oliveira.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
1 comentário:
Que agradável surpresa! A leitura de alguns dos seus poemas revelou-me um Paulo que eu desconhecia.
Gostei do que li; quero continuar a ler a sua poesia.
Enviar um comentário