A morte é sim a constante da vida,
inconcreta e indefinida,
até ao dia em que vier.
Não é o mundo que a inventa,
Não é um atenuante manso,
Não é um desejo utópico,
Nem um mero sobressalto.
É o Deus e a Besta que meditam,
Orbitam, sobre a diligência e o ultrage.
Nem o sonho,
Nem a vida,
Se reinventa furtiva,
Sobre o espectro da morte.
E já o sonho, esse,
É mero presente da mente,
Mas, o homem sem ele ,
Nem existiria,
Nem teria asas.
E então o homem voa, e voa, voa directo à teia negra da morte.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
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